A galeria visitada por meu grupo em Inhotim foi a Galeria Adriana Varejão. O local onde a edificação se encontra é bem escondido pela mata que o cerca , dando uma impressão de distanciamento do local do resto ao seu redor . Ao se deparar com a galeria na parte externa há a impressão de que é um bloco de concreto fechado com um caminho rodeado de aguas escuras , porém ao se aproximar é possível perceber uma entrada de vidro que direciona o caminho para as obras . A edificação da galeria, por ter sido criada para receber aquelas obras, parece ter uma continuidade com elas , e faz o expectador continuar sempre em um fluxo continuo de baixo para cima ao observar a exposição , como se houvesse uma ordem lógica pré existente que leva os visitantes do primeiro ao ultimo andar.
Após a observação da edificação e das obras da galeria o grupo chegou a conclusão de que a forma como foi construído o espaço compõe com as obras ali presentes , uma vez que ao entrar na galeria a pessoa sente um certo sufoco, como se estivesse entrando em uma prisão, e, ao longo da apreciação das obras , que transmitem o mesmo aspecto de pressão , prisão , explosão, essas sensações ficam cada vez mais extremas , até chegar ao ultimo andar da galeria que é um espaço aberto com bancos com diversas espécies de pássaros representados , dando um sentimento de libertação .




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